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 Assunto do Tópico: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 04 Jul 2010, 00:32 
Xvart/Smurf
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Bom,

Não sei bem por onde começar. Então vou começar falando de uma vez: estou fazendo uma adaptação da história de Torment para literatura, para um ambiente de livro (sem fim comercial algum, claro).

Eu sou absolutamente apaixonado por esse jogo e costumo dizer que ele é pedra-capital de meu caráter junto com outras obras por aí. Então não estou fazendo isso de forma gratuita, mas sim por que sou fascinado por Nameless e sua saga épica.

Repito: é uma ADAPTAÇÃO a que estou escrevendo, portanto muitas coisas (claro) vão ser mudadas e milhares serão retiradas por não funcionarem dentro de ambiente como a literatura (imaginem vocês eu adaptar todas as side-quests, por exemplo). Estou pensando em mudar ambientação e tudo mais (mas tentando manter o caráter instável de Sigil e arredores), trazer para algo mais tangível, focando na história e tudo mais.

Fora que, embora eu utilize alguns textos que tenho acesso com o Infinity, eu estou colocando minha própria forma de escrever e meu estilo na narração e nas falas dos personagens (dando mais destaque também, já que no jogo a coisa fica muito mais focada em Nameless e Morte e cia. interferem uma vez ou outra).

Enfim. Só pra falar com vocês (já que é uma raridade achar amantes desse jogo) desse meu projeto que já dura uns dois anos. Inclusive entrei em contato com o próprio Chris Avellone pedindo PERMISSÃO pra fazer e ele foi super simpática dizendo que é pra fazer mesmo e que deve ser um 'exciting work'. Enfim.

O prólogo está todo escrito, já, e já comecei a pesquisar locações para diversos lugares.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 04 Jul 2010, 01:50 
Teh ruler of the forum
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Posta ai quando terminar ;)

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 05 Jul 2010, 21:11 
Dragão Cobre
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Ótimo Masei. Já li uma novelização de um adventure que gostei muito. Espero ansioso por seu trabalho.

Será que rola de disponibilizar o prólogo como uma prévia???

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 06 Jul 2010, 12:34 
Xvart/Smurf
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Hmmm, pode ser. Mas como eu faço, posto aqui mesmo no tópico?

Confesso que estou um pouco pesaroso, hehe. É sempre complicado mostrar algo assim pra fãs da série e tal. Mas espero que curtam, por que eu amo fazer isso.

Nervosismo, haha.

Abs.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 06 Jul 2010, 14:14 
Teh ruler of the forum
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Pode ser aqui mesmo.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 09 Ago 2010, 18:12 
Zumbi
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Os fãs de planescape tem cérebro e não flameariam e criticariam seu livro, a não ser que fosse extremamente ruim, e vindo de um fã de planescape, seria impossível.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 20 Ago 2010, 12:44 
Dragão Cobre
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Não deixa a gente na mão Masei, dá um gostinho ae!!!

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 24 Set 2010, 15:24 
Xvart/Smurf
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Fala, galera estou postando aqui embaixo o Prólogo. Espero (MESMO) que gostem.

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Tormenta
(Baseado e adaptado de Torment, de Chris Avellone)

'Conto eu o tormento do pária de Mnemósine e de como esta furiosa aventura levará ao mais profundo vazio o corpo de tantas criaturas.'

Novamente a escuridão.

Um sonho. Um símbolo. Pilhas e pilhas de corpos. Uma morte. Uma mulher. Um fantasma.

A consciência flui lentamente pelos caminhos tortuosos de meu cérebro. O sangue, quente, cascateia nas veias; enrubesce e acalora minha irrequieta condição de cadáver - duro e frio. Feito centelha, ou a recriação de um verdadeiro big-bang no microcosmo do meu corpo, sinto o cérebro disparando a energia necessária para reanimar e dar vida ao que julgaram estar sem dúvida morto. A zonzura ao levantar a cabeça, reação automática e cega de vida. O toque na superfície fria. No doloroso segundo, a claridade baça invade-me os olhos e, num primeiro momento, é tudo somente branco-brilhante; para então, aos poucos, gradear em cor, forma e escuridão.

Vejo, finalmente. Os olhos abertos não vêem, ainda torturados pela brancura cega da vida. Um branco que fraqueja revelando este teto sujo e lacrimoso de goteiras, que só me dá a certeza de que a audição também me funciona. Ver e ouvir não me dá a exata noção da pilhéria de lugar em que estou; é preciso sentir o cheiro, o perfume ácido e envenenado de ferro - este ferro curtido no corpo de dúzias de cadáveres abertos em pura putrefação. Não que vejo plenamente no giro da cabeça, mas certas coisas me são caras a esquecer. Da língua seca que revive, responde o corpo da única maneira possível de testá-lo à prova mais horrível: a de vomitar. O suco grosso e doentio de quem expele do corpo as células já mortas e imprestáveis.

O brilho que me cegara, cessara. Não era eletricidade de fato, mas o brilho quente da vida que me cegara.

A luz, essa sim, é apenas suficiente. Mortos não precisam dela para enxergar.

Dóe cada centímetro vivo; e vive, sem sombra de dúvida, cada centímetro que dóe. Respiro. Pela primeira vez, expiro. Não que tenha passado todos esses segundos de descobrimento sem respirar, mas é a primeira vez que percebo estar respirando e a diferença entre um pulmão inflado e um vazio. Muito embora este ar que respiro seja morno, carregado, pestilento, férreo e repugnante, é evidente o prazer de receber essa nuvem de ar para dentro dos pulmões.

Já é um pouco de preguiça continuar deitado nesta maca.

[O cadáver se levanta. Põe-se de pé. Com dificuldades, é verdade; parece um recém nascido sem tanta firmeza nas pernas, mas diferente de uma criança, logo consegue manter-se ereto.]

Que lugar é esse? Um punhado de ferramentas, facas, bisturis, escalpos e outras dezenas de utensílios pérfuro-cortantes aos pés de onde deitava. Outras dúzias de macas idênticas e corpos dilacerados, uns escalpelados, outros metade esqueleto, metde músculo, alguns de peito aberto e a grande maioria retalhados. Sorte a minha levantar com pressa maior. Vivo mesmo, somente os ratos e insetos que banqueteiam por ali na ausência dos doutores da morte. Apenas cadáveres e cadáveres. E eu, é claro. Eternamente indeciso entre um e outro. Respiro. E quanto mais respiro, mais rígido e vivo permaneço.

[Estala qualquer coisa em uma estante próxima. O cadáver percebe, mas sua atenção morre quando nada vê na direção.]

Estranho. O ouvido talvez não funcione com clareza; o que vejo de longe é uma pilha desordenada de crânios descarnados, e é justamente isso que confirmo de perto. Então duvido plenamente do que vejo, pois um dos crânios flutua livremente à minha frente exatamente, como se desafiasse a gravidade, ou talvez fosse truque de magia, perspectiva cega, qualquer coisa que o valha. Um passo para trás, não me doerá. Mas aí tenho certeza que sonho: a caveira ali permanece. Feia. Careca. Carne se despedaçando em pontos aletórios do rosto, mas um naco em especial se estendendo de mandíbula a mandíbula, dando-lhe o curioso aspecto de quem ainda guarda uma barbicha zombeteira na cara.
- Hei, chefe! U-ou. Relaaxa. Você tá bem? Brincando de morto-ou-vivo ou tentando tirar um qualquer d'os caras? Podia jurar de pés juntos que estava morto.

[A caveira fala ao cadáver; ele, se assusta.]

Esse demônio não somente pode flutuar, como bem vejo, e agora revela poder falar. O que mais falta por aqui? E como lidar com o fato que, mesmo sem pele alguma no rosto, tenho absoluta certeza de que seu olhar é sacana - e como pode ser assim se lhe faltam as sobrancelhas, tão determinantes no caráter de uma face?
- O qu... quem é você? - confesso confusão acima de tudo, e não existe uma mente mais vazia como aquela de quem acorda da morte certa; certo é que em todo vazio se adequa qualquer coisa, até que preencha de todo o vasilhame.

[Sua mente processa rápido, mal percebe que sabe falar tranquilamente.]

- Quem sou 'eu'... Que tal 'você' começar. - me erra pontuando pausamente o 'eu' que lhe define, com o 'você' que muito me assusta. Desconfio.
- Eu te perguntei primeiro! Quem é você?!
- E eu perguntei em segundo. Me diga seu nome!
- Você primeiro, caveira. E é a última vez que pergunto. - [Ameaçador.]
- Arre... Está bem, eu faço o bom mocinho aqui então. Me chamo Morte e bem apertaria suas mãos, mas... bem, sabe como é. Sua vez.

E então a necessidade de uma resposta me traz a derradeira pergunta. Essa maldita pergunta. Essa filha de uma puta de pergunta. E então a dor, não a de acordar: a de se perder.
- Eu... não sei. Não me lembro.

Uma dor na nuca, pois dou-me conta de que não sei o básico: quem sou, o que aconteceu, onde estou e de onde vem o gosto de ferro na boca.

- Você não lembra seu próprio nome? - a coisa indignada com uma certa razão. - Bem, da próxima vez que for pra farra, pega leve no que for usar, réré.

Não tenho vasilhame o suficiente pra tanto. Respiro. A caveira, este crânio descarnado e ainda assim faceiro chama-se Morte. Morte! É só calcular: e já que tudo se multiplica, melhor sentar e esperar o fim derradeiro, a morte. Não duvido de sua força, ainda que aqui, na minha frente, Morte tenha se esquecido de sua foice e seu manto negro.
- Estamos presos, cara. Temos que fazer alguma coisa e sair daqui.
- Presos aonde, esqueleto? Que lugar é esse?
- Rá! Tem senso. Pudera eu ser um esqueleto, escarrado. Sou só o crânio. Em todos os sentidos. Bem, estamos no Mortuário, homem. Onde mais, não? Um lugar com uma arquitetura tão charmosa quanto uma aranha prenha.
- Mort... Então eu 'já' estou morto? - é, faz mais sentido.
- Olha, daqui me parece muito vivo. - se tivesse pele, teria sorrido, certeza.
- Então não estou morto? - ele sorri de novo, desgraçado.
- Bem. 'Muito' vivo estou sendo gentil com você. Parece que alguém pegou uma faca e brincou de riscar a mesa na sua pele. Mais uma razão para sairmos daqui antes que quem quer que tenha começado a obra de arte, retorne pra terminá-la.

[A caveira tem razão. O cadáver parece uma parede de cicatrizes e marcas.]

Tenho a pele dura, mas então, nada me parece irreal. Somente ao comparar a mim - e vale o comentário de que estou completamente nu - aos corpos mortos e putrefatos é com um pouco de indignação que me convenço estar um pouco pior que alguns deles. A caveira, às minhas costas, assovia.
- É por isso que eu não tenho mais costas, homem. As suas estão horríveis. Não fossem só as cicatrizes... mas você parece ter vindo com instruções.
- Instruções? Que quer dizer, caveira do inferno? Fala de uma vez.
- Tatuagens. Tatuaram um texto e coisas estranhas nas suas costas.
- Um texto? Como assim? Você consegue ler?
- Eu sou o crânio, chefe; é claro que sei.
- Então leia, cacete!
- Ora, ora. Veja. Não sei se é o caso de fazer ditado enquanto os padres pode estar vindo aí, então acho mel...
- Leia de uma vez, filho de uma quenga! - os impropérios, aliás, fazem parte da memória celular que me resta. [Verdade.]
- Está bem, está bem...

[A caveira cospe algo no chão e começa a leitura.]

"Eu sei que você se sente como se tivesse tomado um gole do mais podre esgoto da cidade, mas você precisa se CENTRAR. Tem com você um DIÁRIO que vai iluminar a negrura de suas dúvidas. ESSIEN pode te ajudar a completar o resto da história. Isso se ele já não estiver no livro-dos-mortos"
- Essien? Mas que...*tsc* diz mais alguma coisa?
- Não me interrompa, homem. "Não perca seu diário ou estaremos perdidos de novo. E aconteça o que acontecer, NÃO fale pra ninguém QUEM você é ou O QUÊ aconteceu com você, ou irão te colocar numa peregrinação para o crematório. Faça o que eu te digo: leia o diário e então ache Essien."
- Acabou?
- Não, não... "E viveram felizes para sempre." Ah, só uma brincadeira, réré. - e a vontade é de servir caveira ao molho pardo e dar aos porcos.
- Não é de espantar que minhas costas dóem, tem um cacete de novela escrito aí.

Nu como estou, é difícil imaginar onde poderia estar o diário que aparentemente me deixaram junto com a instrução.
- Não viu nada parecido com um diário enquanto me olhava dormir?
- Nadinha. E de qualquer forma você já tem um inteirinho tatuado nas costas, chefe.
- Vem cá. Que demônio você é!? Como você pode flutuar e falar e encher a porra do meu saco? Digo: por que você não está simplesmente morto como aquela pilha de caveiras ali?
- Ora, por que sou especial, chefe. Sou um mímir. Uma enciclopédia ambulante.
- Uma enciclo... *tsc*.

Não posso crer que compro essa história de boi dormir, mas nesta situação - entre mortuários, morte, instruções, cicatrizes, amnésia, dor, nomes nas costas, um pouco de caveira falante não me vai mal.
- E Essien, conhece?
- Não. Mas de qualquer forma não conheço muita gente. A gente faz assim: quando sairmos daqui vamos achar alguém que conheça esse tal Essien... Mas primeiro, meu chapa. Temos que sair daqui, concorda?

Concordo.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 26 Set 2010, 22:25 
Dragão Cobre
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Masei, realmente gostei muito. Ficou bem legal parabéns!

Hum, agora esperamos o primeiro capítulo 8)

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 01 Nov 2010, 10:17 
Zumbi
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Deviam trabalhar em conjunto mesmo, tá muito bem escrito e vi que meu inglês é uma caca perto do seu.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 19 Nov 2010, 10:16 
Xvart/Smurf
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Galera,

Só pra avisar que a fic vai entrar no ar no meu blogue a partir de Janeiro de 2011:

www.sandubadequeijo.com.br

Os oito primeiro capítulos estão prontos. Espero não mexer mais neles. Aí é só tacar fogo nos próximos, hehe.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 07 Jan 2011, 09:01 
Xvart/Smurf
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TORMENTA - A nova série do #Sanduba! É sci fi, mundo pós apocalíptico. Personagens tortos, anti-heróis. Tudo. http://bit.ly/fSPQib

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 21 Jan 2011, 08:44 
Xvart/Smurf
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TORMENTA | PRÓLOGO - Acorda um cadáver no mortuário. Dá-se início uma jornada ao redescobrimento de sua vida. http://bit.ly/hTUK0X

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 21 Jan 2011, 11:11 
Gigante do Gelo
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Legal cara, lerei!

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 04 Fev 2011, 09:12 
Xvart/Smurf
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TORMENTA I - Após acordar da morte, cadáver e cadáver saem da sala de desmembramento, não sem sustos. http://bit.ly/ftyKET

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 18 Fev 2011, 09:00 
Xvart/Smurf
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TORMENTA II - Cadáver encontra com o observador desconhecido que o rememora de um de seus muitos nomes. http://bit.ly/dQTvij

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 04 Mar 2011, 11:57 
Xvart/Smurf
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TORMENTA III - Interlúdio na casa dos mortos. Insone recebe um tratamento inesperado antes de seguir viagem. http://bit.ly/fvjUTc

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 05 Mar 2011, 11:01 
Dragão Cobre
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ótimo Masei!

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 08 Mar 2011, 13:00 
Xvart/Smurf
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Tá curtindo cara? Haha... Espero que estejam gostando quem estiver lendo.

Voltei a jogar o jogo para que a submersão na história seja ainda mais completa na hora de escrever.

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 Assunto do Tópico: Re: Torment - Adaptação
MensagemEnviado: 18 Mar 2011, 10:36 
Xvart/Smurf
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TORMENTA 4 - Aquele que tem a benção e a maldição. Insone reencontra com um amor passado, insubstancial. http://bit.ly/g29d7I

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