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 Assunto do Tópico: Na sombra da Floresta [Laxxon]
MensagemEnviado: 31 Ago 2012, 00:25 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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Laxxon havia deixado Amn já vaziam praticamente duas estações, sua parada em Portal de Baldur não durou mais do um mês. Agora o jovem se encontrava próximo ao Vau da Adaga, passando boa parte do tempo nas matas, apenas observando as caravanas e por algumas vezes servindo de guia pelas matas próximas.

Viajar sozinho nunca foi um problema para Laxxon, além de servir para mantê-lo oculto e longe de perguntas sobre sua vida, a sensação de isolamento da mata sempre o agradou desde de que optou por essa vida, porem sozinho ele não conseguiria as informações que ele precisava.

Em Portal de Baldur ele conseguiu uma informação razoavelmente confiável de que um grupo de lutadores clandestinos havia sido visto indo para o norte, mas voltar para Águas Profundas não era algo que agradava a Laxxon, se alguma nova informação pudesse ser encontrada antes de chegar lá, seria em Vau da Adaga.

Após alguns dias de viagem Laxxon se aproxima de Vau da Adaga, uma cidade relativamente pequena, talvez com um milhar de habitantes mais ou menos, um bom posto de caravanas e um porto no Rio Cinzento que poderia ser um bom local para conseguir informação. A primeira vez que Laxxon havia passado por lá ele estava escondido dentro de uma carroça de peles e viu somente o local das caravanas e algumas poucas taberna próximas.

Porem conseguir algumas informações no Vau da Adaga fosse melhor do que voltar para Águas Profundas.

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MensagemEnviado: 31 Ago 2012, 11:36 
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Decidiu Dirigir-se para a maior taberna que conseguia se lembrar, tentando passar o mais desapercebido possível - pois não sabia a reação das pessoas com estranhos.

Laxxon estava decidido a obter as informações. e uma refeição quente, que as vezes era díficil de se conseguir na mata... Mas para isso precisava de dinheiro... Decidiu ficar atento nas oportunidades ao seu redor, dinheiro ou qualquer coisa que pudese ser vendida, seria muito melhor pagar a refeição com dinheiro de seu "trabalho" do que tirar do próprio bolso. Estava decidido a comer tranquilamente no local e escutar as conversas ao seu redor de ouvido bem atento, talvez não escuta-se as informações a principio, mas poderia identificaria pessoas que pudessem ser fontes mais acessiveis de informação, como soldados bebados e trovadores.

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MensagemEnviado: 02 Set 2012, 11:33 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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Laxxon caminha pela cidade, tentando não chamar a atenção, coisa que se mostra relativamente fácil, o fluxo de pessoas ali era alto e praticamente ninguém dava atenção a mais um andarilho que chegava a cidade.

Sabendo que para conseguir uma refeição quente ele iria precisar de algum dinheiro, e neste momento isso era algo restrito para ele, então ele se aproxima de um pequeno mercado ao ar livre, com um fluxo alto de pessoas, ele se coloca em meio a algumas barracas, olha os produtos e se mistura aos locais, escolhendo o melhor momento para agir, com o devido cuidado ele se aproxima de uma barraca de peixes, que recebeu uma caixa de pescado fresco e muitas pessoas se aglomeram ao redor e se coloca no meio deles.

Esticando os dedos até uma bolsa, ele tem o cuidado de abri-la e puxar oque consegue com a ponta dos dedos, sem chamar a atenção do proprietário da bolsa.

[Ladinagem CD 15: 1D20 +7 = 13+7= 20 sucesso]

Sem nem mesmo olhar o resultado da sua ação, ele deixa o local e vai em direção a uma taverna distante do mercado, para evitar qualquer tipo de problema, no meio do caminho ele abre a mão e vê o resultado de sua ação, quatro moedas de prata, com certeza seria o suficiente para uma ou duas refeições.

[1D4 + ½ margem de sucesso = 2+2 = 4]

Já longe do mercado, Laxxon encontra oque deve ser a maior taverna da cidade, uma construção térrea com paredes de pedra até a altura do peito e madeira dali para cima, sendo possível ver as grandes vigas de sustentação do prédio, as janelas são de um vidro verde chumbo e acima da porta de entrada é possível ver uma placa de madeira indicando o nome da taverna “Retorno do Dragão”.

Laxxon adentra o local e é impossível de não ver o grande crânio de dragão pendurado no salão principal, logo acima da ladeira central, nas paredes bandeiras e escudos decoram o ambiente.

Optando por um local discreto, Laxxon se dirige a uma mesa redonda com somente duas cadeiras, em um dos cantos do salão e observa o local, haviam várias pessoas ali, talvez pelo horário próximo ao almoço, mas antes que ele pudesse mapear corretamente o local um jovem humano usando um avental sujo de gordura se aproxima da mesa e diz

- “Dia moço. Vai querer uma refeição? Tem uma cerveja boa aqui também

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MensagemEnviado: 02 Set 2012, 11:56 
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Laxxon estuda o jovem por um instante e diz: "Olá meu jovem, bom dia, claro uma cerveja por favor... Quanto a comida o que você me recomenda? um pernil assado com batatas quem sabe... mas antes quem sabe, um jovem atento como você poderia me dar uma informação... Não teria visto no último dia um grupo de lutadores pelos arredores??"

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MensagemEnviado: 02 Set 2012, 22:28 
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- "Um grupo de lutadores? Guerreiros? Olha moço, uns dias atrás um grupo passou por aqui em direção ao norte, para uma cidade.. Águas alguma coisa, não lembro agora.. parece que eles souberam de serviço por lá"

- "O senhor é como eles? Eles contaram várias estórias de lutas com monstros e mais um monte de coisa" - o jovem da uma olhada para o estado de Laxxon e completa - "Mas eles pareciam melhor... equipados"

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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 12:31 
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Laxxon estuda o jovem por um instante pensado se ele poderia causar problemas... Mas decide que não...
"Tem razão meu jovem, não sou como eles, na verdade sou nada mais que um mensageiro... Tenho que entregar uma mensage para um deles em particular. É um tipo meio exotico, de terras distantes... Certamente se você o viu, irá se lembrar... Se não lembra não precisa responder agora... Pense enquanto traz a minha comida."

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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 14:00 
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O jovem deixa Laxxon em sua mesa e vai em direção a cozinha, retornando após alguns longos minutos com uma grande bandeja nas mãos.

Ele deposita na mesa uma cumbuca com um ensopado de leitão, batatas e cenoura, feitos em um caldo grosso e com aroma picante, uma segunda cumbuca com cevada cozinha e dois pães pretos, alem de uma caneca de cerveja escura.

Laxxon nota o peculiar aroma da cerveja, aromático e marcante, tratava-se de cerveja anã com certeza, uma grata surpresa após tanto tempo viajando.

Assim que termina de servir a mesa o jovem responde:

- "Olha moço, eu não sei dizer se vi essa pessoa que o senhor procura, mas eu falei com o dono, ele conhece mais gente"

Laxxon não gosta desta novidade, o assunto não era para ser levado ao conhecimento de toda a taverna, mas estava estampada na cara do jovem a inocência naquele ato.

- "E ele me disse que nos ultimos tempos, muita gente tem ido para o norte. Alguns para Águas Profundas e outros para Águas Ruidosas. Parece que nesta cidade, Águas Ruidosas, estão oferecendo algum tipo de trabalho e os mercenários da região estão indo para lá. Então é muito provável que este tipo que você procura esteja por lá"

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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 15:39 
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Laxxon fica ao mesmo tempo perturbado e alegre com a notícia do rapaz. Agradece-o rapidamente e começa a comer rapidamente, se fosse rápido talvez encontrasse os mercernários não tão ao norte.
Comendo rapidamente tenta prestar atenção nos outros frequentadores, tentando escutar suas conversas, qualquer informação que pudesse escutar seria valiosa. Laxxon pensa em comer o mais rápido possível, guardas as sobras do almoço na mochila, se possível, aproveitar instantes de movimento intensso na taberna para sair sem pagar e pegar a estrada para águas ruidosas.

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MensagemEnviado: 05 Set 2012, 00:07 
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Laxxon se alimenta apressadamente e coloca parte da comida em sua mochila, tentando deixar alguma coisa para comer mais tarde, e observando atentamente o local, para conseguir um momento de distração dos presentes para sair do local sem ter que se desfazer das poucas moedas que tinha, e que poderiam ser muito mais úteis em uma situação mais grave.

[Stealth: 1D20 + 6= 5+6 = 11 vs CD 12 : miss]

Quando Laxxon estava próximo a porta, andando lentamente, o jovem que o atendeu nota que ele não esta na mesa e o procura pelo salão, até que o encontra já próxima a porta.

Laxxon percebe que o jovem o viu, suas escolhas são poucas mas ainda existem o jovem ainda não esta próximo e a porta não muito longe.

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MensagemEnviado: 05 Set 2012, 00:31 
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Laxxon tenta disfarçar olhando ao redor. Quando vê o jovem diz "ah, então ai está você, estava lhe procurando... Quero andar rápido para alcançar aqueles lutadores... E então quanto eu devo? diz isso chacoalhado as moedas na mão.

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MensagemEnviado: 05 Set 2012, 00:45 
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Laxxon tenta usar as palavras para confundir o atendente, mas pelo visto as intenções de Laxxon estavam muito claras para serem disfarçadas

[Bluff 1D20+0 : 3+0=3 vs CD 10: miss]

O jovem se aproxima e diz com um ar de pouco amigos

- "Foi só a comida e um caneco, então são duas moedas de prata"

E estende a mão para Laxxon aguardando um tanto quanto impaciente o dinheiro devido.

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MensagemEnviado: 05 Set 2012, 09:07 
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"Aqui está meu jovem... E pegue mais esse cobre como gorgeta" Laxxon ainda tenta insistir na mentira "Vou andando, estou com pressa... Tanta pressa que quase sai sem pagar... Até mais ver"

E sem olhar para trás Laxxon sai rapidamente... Por menos que gostasse seu destino agora era o norte.

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MensagemEnviado: 06 Set 2012, 17:31 
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Tentando salvar o pouco que restou de sua imagem, Laxxon se esforça para sair da taverna como um cliente normal e o jovem recebe o dinheiro um pouco confuso pelas palavras o mateiro e responde de forma vaga de quem esta confuso:

- “Ah, tá bom então... quer ver se encontra aquele grupo né?

[Bluff 1D20+0-2 (modificador situacional) 12-2 = 10 vs CD 10 : Sucess!]

Laxxon sorri com a situação, pelo menos ele não sairia daquela taverna como um larápio, apenas como um desatento.

Tendo em mente que o seu destino é o norte, Laxxon começa a percorrer a cidade para atravessa-la e tomar seu caminho, ao passar pelo centro de caravanas nota que ele esta relativamente vazio, sem carroças e com poucas pessoas, lhe chama a atenção somente um grupo de meia dúzia de halflings com caixas e barris negociando com um caravaneiro.

Saindo dos limites urbanos da cidade Laxxon segue pelo rio, até ver um acampamento flutuante, uma série de barcas de fundo chato, muito estáveis, com pequenas casas e barracas armadas sobre elas, todas ligadas por pontes, cordas e correntes e várias delas com correntes que terminam presas em cangas sob o pescoço de bois, que devem ser usados para puxar toda a estrutura rio acima.

Laxxon observa todo o complexo residencial fluvial e percebe que se trata de uma comunidade halfling, parte deles esta terminando de consertar alguns barcos, outros carregam as barcaças com mantimentos, e todos aparentam estarem felizes e descontraídos.

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MensagemEnviado: 07 Set 2012, 12:58 
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Laxxon observa a cidade maravilhado... Após alguns minutos do choque inicial (pois a ideia de uma cidade flutuante é de mais para sua cabeça) Laxxon decide se aproximar... Um pouco pela curiosidade, quando um pensamento brilhante surge em sua mente.
"que jeito maravilhoso de viajar!! não precisarei caminhar, e o melhor de tudo: vou chegar desapercebido" tenta se aproximar da cidade e grita para alguém:

"olá sr./sra. halfing! será que eu poderia subir a bordo e viajar com vcs? também estou indo para o norte.. Quem sabe eu poderia lhes ajudar com algumas tarefas?"

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MensagemEnviado: 10 Set 2012, 14:50 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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Um halfling mais velho se aproxima de Laxxon, ele tem cabelos castanhos cacheados e costeletas que descem quase até o queixo, praticamente escondendo suas orelhas

Ele mede o humano dos pés a cabeça, olhando bem e coçando o queixo

[insight 1D20+2 : 13+2 = 15 vs CD 10 sucess]

- “Viajar com a gente você diz. Ajudar nas tarefas... Me diga uma coisa humano, esta fugindo de alguém desta cidade? Não queremos ter problemas com os anões aqui do Váu da Adaga, eles são bons comerciantes, bons anfitriões e bons cervejeiros

O halfling anda um pouco ao redor de Laxxon, com as mãos cruzadas nas costas e olhando o armamento do patrulheiro

- “Se bem que um humano forte e armado como você pode ter utilidade no caminho para o norte, o rio anda mais traiçoeiro que o normal. Mas só iremos partir amanhã de qualquer forma

Ele da a volta completa em Laxxon, que o acompanha com os olhos, parando novamente a sua frente e com um sorriso no canto da boca e apontando para Laxxon com a ponto do longo cachimbo volta a perguntar, porem agora de forma mais amena

- “E então humano, tem alguma pendência na cidade?

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MensagemEnviado: 10 Set 2012, 17:43 
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Laxxon responde em tom grava, e sério: "Bom senhor, posso lhe dizer que meu nome é Laxxo, e que de onde venho deixei para trás alguns amigos, outros não tão amigos e talvez um ou outro inimigo... Mas nenhum deles anão, posso lhe garantir. Só quero viajar de forma mais conformtável, e talvez conseguir algum dinheiro trabalhando... Por que não viajar trabalhando ao mesmo tempo?"

Laxxon espera alguns instantes e completa: "Sou bom com a espada... e ágil com o arco... o Sr. não irá se arrepender.

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MensagemEnviado: 13 Set 2012, 01:29 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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O halfling olha para Laxxon, solta um sorriso e diz:

- “Pois bem, creio que temos um lugar para alguém da sua estatura nem nossa modesta morada. Mas não saímos hoje, ainda estamos negociando na cidade, deixando algumas coisas e comprando outras para vender e depois comprar.... acho que você entendeu.

- “Pode acampar ali” – o halfling aponta uma parte da praia fluvial onde se encontra um largo braseiro de chão e algumas caixas abertas – “acampe logo depois dos bancos, na grama. E assim que Fisco chegar ele vai conversar com você, ele é o nosso membro mais experiente e respeitado, a palavra final será dele.

Laxxon leva seus pertences até a área indicada pelo halfling, monta sua barraca individual e fica por ali o resta da tarde.

Quando as primeiras estrelas aparecem no céu, cerca de quinze halflings começam a se aglomerar ao redor do braseiro feito no chão, alguns começam a descascar batatas, cenouras e beterrabas, enquanto outros limpam peixes recém pescados, e outro grupo prepara aipos, rabanetes e maços de repolho.

Cerca de meia hora depois é possível ver uma grande quantidade de caldeirões, grelhas e panelas no braseiro, esquentando o que mais parece um banquete para Laxxon.

Um halflings jovem se aproxima de Laxxon com uma cumbuca cheia de sopa, o aroma de aipo e rabanetes faz Laxxon ficar com água na boca. E uma folha de bananeira com um peixe, aparentemente uma tilápia de mais de um quilo, recheada com batatas, cenoura e creme de beterraba, ele coloca a frente de Laxxon e diz:

- “O Chez pediu para trazer comida para você, se quiser repetir é só avisar

Timidamente o jovem volta até o seu local e começa sua refeição. Enquanto que Laxxon faz a sua, percebendo que a quantidade de comida era muito até mesmo para ele, mas desperdiçar seria um absurdo, enrolando o que sobrou da tilápia na folha de bananeira, ele coloca em sua mochila.

Deixando se levar para barriga cheia e pelo odre de vinho que achou encostado em dos bancos, Laxxon logo é levado pelo sono.

[Continua no tópico: Remando contra corrente]

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