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MensagemEnviado: 31 Ago 2012, 00:50 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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Tum... TUM... TUM.

As batidas na porta acordam Dovahkiin que cerra os olhos quando encontra um facho de sol entrando pela janela semi aberta.

O Draconato senta na cama e apoia os cotovelos no joelho, reunindo vontade para se levantar. O gosto ocre em boca denunciava o leve abuso de vinho barato na noite anterior.

Se esforçando para se lembrar do que aconteceu, Dovahkiin se lembra que um grupo de viajantes tinha retornado de algum tipo de campanha e resolveram pagar vinho para a taverna, pouco depois Dovahkiin já estava falando com eles e alguns copos de vinho depois, ele recitava alguns poemas liricos que narravam combates épicos, deixando a taverna em polvorosa.

Mesmo que várias vezes o draconato preferisse ficar quieto, parecia que as pessoas gostavam de falar com ele e mais ainda de ouvir ele falar, ainda mais em situações de comemoração como aquela.

Dovahkiin lava o rosto numa tina no canto do seu quarto e troca suas roupas, dado que havia dormido como estava na noite anterior.

Ao descer na taverna, Dovahkiin se senta na mesa do canto, como faz regularmente e logo depois um jovem humano, leva a ele uma caneca de leite temperado com vinho, uma broa que parece ser do dia com manteiga recém batida e um prato de frutas citricas. Era um desejum simples, mas o suficiente pelo valor que ele havia pago pela semana.

O leite e a bora caem como um alivio para o estomago atormentado pelo vinho, e as frutas terminam o serviço, deixando o draconato bem mais disposto após terminar o desejum.

Apesar de Águas Profundas ser uma bela cidade, e ter várias oportunidades, o espirito nômade de Dovahkiin já se sentia entediado em ficar parado naquela taverna. Sem falar que pagar mais uma semana por aquele atendimento não era exatamente oque ele havia planejado.

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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 00:57 
Mephit
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O draconato esfregava os olhos repetidamente e por mais que tomasse a caneta de leite sua garganta continuava arranhando, aparentemente havia virada um vampiro durante a noite é ninguem teve a decência de avisa-lo, bom pelo menos agora era toleravel.
Mas noite aparentemente foi boa, então parecia um troca justa, pelo menos não havia dormido com nenhum estranho (ah não ser...nãããão, definivamente).
- Ei guri? Eu sei que não é seu serviço, mas você sabe o que aconteceu na ultima noite? Minha mente esta meio nublada pelo vinho. mesmo a expressão naturalmente dificil de ler para os humanos deixava claro a intenção da pergunta do homem-dragão "me diga que eu não recitei ou cantei algo que vai me envergonhar até meus ultimos dias". - Você sabe, dragões e alcool são duas coisas que não se misturam bem...
Dovah olhava ao redor observando a reação das pessoas, esperando algum problema ou simplesmente um donzela o esbofeter por alguma cantada barata que não lembrava de ter dado, habito que adquiriu ainda jovem nas ruas Cormyr e afiado durantes seu treinamento, velhos ensinamentos da academia como "sempre esteja pronto para o improvavel" ou "nunca deixe sua espada a mais de um braço de distância de você" já haviam virado uma segunda natureza para ele.
- De qualquer maneira, mas algo de interessante aconteceu? Nunca que sabe o que os raios de sol trazem.


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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 09:39 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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Um jovem atendente, um humano com no máximo uns 15 anos, com cabelos cacheados e visivelmente um bom apreciador da comida local, dado a barriga proeminente por baixo do avental sujo de mel e geleia se aproxima do draconato e diz:

- “Olha moço, eu me lembro que você se divertiu muito. O pessoal que chegou ontem aqui acabou com a reserva de Mancha Bordô dos Vales, e você fez questão de ajudar eles... ehe ehe

Dovahkiin conhecia bem a Mancha Bordô, um vinho forte e robusto, e barato. Não era a toa que cabeça parecia ter dançarinas dentro, era vinho um pouco amargo no começo, mas que ficava cada fez mais agradável quando o bom senso já esta nadando nele, e ótimo para se pagar para uma taverna se você não quer gastar toda sua fortuna aplacando a sede dos convidados.

- “E você cantou também, várias canções. Eu gostei de algumas do começo, que falavam sobre uma batalha nos campos de Suzail, mas no final da noite acho que foram as melhores, quando você já estava mais animado, como era o refrão daquela que você cantou?

O jovem pensa por um instante e depois arrisca cantar um pedaço

- “As batalhas estão nos campos verdes e nas casas
Estejamos alertas e com a armadura bem cuidada
Quando a hora chegar e os corvos baterem suas asas
Não confie sua vida a uma espada cega ou uma mulher mal amada


Quando o jovem começa a cantar, dois homens que estavam no canto da taverna começa a acompanhar com flautas, e assim que o jovem termina duas mesas mais próximas que ouviram o refrão batem suas canecas na mesa e erguem um brinde de leite, rindo para Dovahkiin. Os flautistas, se divertindo com a situação, continuam tocando a melodia.

O draconato conhecia bem este refrão, era uma música que ele aprendeu fazia alguém tempo “Espada cega e mulher mal amada”, e ele se lembra melhor ainda dos trechos onde a letra ensina como um homem deve amar uma mulher, com detalhes.

- “E o senhor cantou para aquela moça ali” – diz o jovem apontando para uma humana que descia as escadas e se dirigia para a porta – “Mas parece que ela não ficou muito interessada

O draconato esboça um sorriso meio sem graça ao perceber que não usou de todo seu charme na noite anterior para galantear a donzela, e imagina que não tomar um tapa já é um saldo positivo.

A jovem nota Dovahkiin no canto da taverna, e desvia o olhar seguindo diretamente para a porta, porem instantes depois de sua saída, ela retorna, sendo conduzida por um elfo, que entra dançando no salão ao som das flautas, girando a jovem e dançando ao seu redor. A jovem aceita a dança, ou pelo menos parte dela, até o momento que se desvencilha do elfo e vai para o canto do balcão, deixando o elfo no meio da taverna.

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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 11:56 
Mephit
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Dovah esboçava um misto de orgulho e vergonha pelos atos da noite anterior, por um instante chego a desejar que a espada de Tempus o acertar-se acabando com a vergonha que o conhecimento o havia trago, mas agora o estrago estava feito é só sobrava rir.
Foi o que ele fez.
- Por Tempus, eu realmente me empolguei pelo visto. dizia o draconato entre risadas. - Bom, se me dão licensa, acho que devo desculpa a uma jovem donzela pelo meu comportamento não muito cavalheiro.
Dovah se levantava de sua cadeira dirigindo-se em direção da jovem humana que cortejou na noite anterior com um olhar de desculpas estampado na cara.
"Espero que ela não tenha nenhum pai ou irmão vingativo me esperando..."
- Dias, senhorita.


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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 13:49 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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A jovem percebe a aproximação do Draconato com facilidade e fico observando-o.

-"Bom dia. Devo continuar lhe chamando de Arauto Draconico da Paixão ou tem um nome menos espalhafatoso esta manhã?"

Felizmente Dovahkiin não tinha sombracelhas, pois caso tivesse estariam arqueadas neste momento.

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MensagemEnviado: 03 Set 2012, 22:47 
Mephit
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- Dovah, me chame de apenas Dovah. diz o draconato, tentando desfazer a má impressão que havia causado na noite anterior. - Eu não tenho palavras para me desculpar pelo meu comportamento noite passada.
- Então, por que não fazemos assim, você me dar o tapa na cara que eu mereci por ter cantando aquela música, algo que só um menestrel mulherengo de quinta categoria faria e tentamos fingir que não nós conhecemos, o que é verdade, e temos uma conversar sem vinho no meio, o que achas?

O draconato mantia uma postura neutra, sem demonstrar intenção de sentar a mesa sem a permissão da jovem, já bastava toda a confusão que aprontará na noite anterior.

----OFF----
Guzzon, eu posso usar Diplomacia para quebrar o gelo?


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MensagemEnviado: 05 Set 2012, 00:40 
Baalzebul, Lorde do Sétimo
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[off] Sim, pode usar Diplomacy para quebrar o gelo.[/off]

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